de quando eu poedia te ver, eu não precisava fazer cerimônia, era normal, ou eu achava que era. Aqui em plutão eu fico sósinha, não há senhum caminho daqui até a terra, não é possivel te visitar. Aqui é tão frio, escuro, silêncioso, normal, longe, tão longe de tudo. Estou em um planeta anão, longe da Terra e não existe nenhum tipo de conecção via satélite daqui até ai, nem via internet, nem via telefone. Eu lembro quando era normal te ligar e conversar, gastar salíva prazeirosamente com você, ao telefone. Era gostoso quando te ligava, você atendia e era possível ouvir as ondas sonoras virtuais de sua voz, só pra variar umpouco, só pra escutar à uma bela melodia, só para relaxar meus ouvidos, dos sons caóticos e estridentes da cidade. Era como uma bela e frágil poesia sussurrada próxima de meus ouvidos. Sentia que se fechasse meus timpanos poderia estilhassar a poesia em um movimento váriado tão rápidamente váriado que seria difícil chegar ao resultado da variação de velocidade dividida pela variação de tempo para chegar em uma velocidade média, e possívelmente uniforme da merda do movimento poéticamente e horrívelmente estilhaçador.
Eu já tentei comunicação via telepátia, mas os meus raios não conseguem atravessar o sistema solar sem baterem em algum planeta ou partícula de poeira espacial e assim mudar sua trajetória perfeita até você. Meus dótes ainda não são tão avançados. Estou tentando fazer com que meus raios trassem uma trajetória curvilínea e de movimento uniforme, de plutão até a sua mente, mas a difículdade é muita, muita. Essa dificuldade é enorme, e eu nem levo em conta o motivo de sua mente não ser normal, ser impenetrávelmente de chumbo. Eu devo aprender a perfurar sua mente no seu ponto de ebulição de 1750 graus celcius, para testar, algum dia, minha possível capacidade de poder te mandar uma mensagem, que um dia chegará ai. Lembro que eu tentava penetrar em sua mente, mas nunca consegui, sei que estava no caminho para conseguir, apesar disso não consigo me recordar de como tentei atravessar seu pensamento, para testar se será possível executar-lo em uma distância tão grande, daqui até ai, de Plutão até a Terra, de mim até você. Eu sou muito idiota, muito insistente. Eu sei que não me lembrarei, eu não consgio recordar-me de como era o seu rosto, do qual observei tantas milhões de vezes, tão profundamente, e que agora parece que nunca o observei realmente. Gostaria de lembrar do seu rosto.
Aah...! Como era fácil te ver, era simples, era instintivo, instintivo. Chegava até a ser um instinto animal, eu era um animal. Ou eu não er um animal. O único ser, que habita a superfície terrestre, que poderia responder a essa questão não é humano, não é animal, eu não sei o que ele é. Só sei que veio de um planeta diferente, não veio do meu planeta, nem do sistema solar, o que fez foi aterrisar bruscamente nas aguás do vasto mar terrestre - no meu planeta também existia aguás vastas, mas eu não gosto de àgua, aqui em plutão não tem àgua, ainda bem -. P que me deixa triste é que nunca saberei o resultado dessa difícil equação. Animal ou não animal, eis a questão. A que não poderá ser respondida, pois, mesmo sendo de outro planeta cheio de humanos mediucres, o indivíduo ainda não conseguiu responde-la, e demorará para responde-la. Mas eu sou paciente. Mesmo que se chegue ao resultado, nunca saberia, estou muito longe de você. Muito longe, tão longe, e você estão tão mais longe, está mais morto que eu, mais morto que a própria morte que habita meu corpo pálido e rugoso. Estou me tornando cada vez mais velha, feia, porém inteligentemente burra, e você está se tornando cada vez mais decomposto, mais bonito, porém indiotamente burro.
É, e agora você está morto, mas eu ainda tenho esperanças de que você consiga cheguar ao resultado do bélissimo e turbulento pensamento natural para qualquer humano e animal, que também permanece em você, dentro da infinita profundidade do interno de seu belo negro coração.
Eu já tentei comunicação via telepátia, mas os meus raios não conseguem atravessar o sistema solar sem baterem em algum planeta ou partícula de poeira espacial e assim mudar sua trajetória perfeita até você. Meus dótes ainda não são tão avançados. Estou tentando fazer com que meus raios trassem uma trajetória curvilínea e de movimento uniforme, de plutão até a sua mente, mas a difículdade é muita, muita. Essa dificuldade é enorme, e eu nem levo em conta o motivo de sua mente não ser normal, ser impenetrávelmente de chumbo. Eu devo aprender a perfurar sua mente no seu ponto de ebulição de 1750 graus celcius, para testar, algum dia, minha possível capacidade de poder te mandar uma mensagem, que um dia chegará ai. Lembro que eu tentava penetrar em sua mente, mas nunca consegui, sei que estava no caminho para conseguir, apesar disso não consigo me recordar de como tentei atravessar seu pensamento, para testar se será possível executar-lo em uma distância tão grande, daqui até ai, de Plutão até a Terra, de mim até você. Eu sou muito idiota, muito insistente. Eu sei que não me lembrarei, eu não consgio recordar-me de como era o seu rosto, do qual observei tantas milhões de vezes, tão profundamente, e que agora parece que nunca o observei realmente. Gostaria de lembrar do seu rosto.
Aah...! Como era fácil te ver, era simples, era instintivo, instintivo. Chegava até a ser um instinto animal, eu era um animal. Ou eu não er um animal. O único ser, que habita a superfície terrestre, que poderia responder a essa questão não é humano, não é animal, eu não sei o que ele é. Só sei que veio de um planeta diferente, não veio do meu planeta, nem do sistema solar, o que fez foi aterrisar bruscamente nas aguás do vasto mar terrestre - no meu planeta também existia aguás vastas, mas eu não gosto de àgua, aqui em plutão não tem àgua, ainda bem -. P que me deixa triste é que nunca saberei o resultado dessa difícil equação. Animal ou não animal, eis a questão. A que não poderá ser respondida, pois, mesmo sendo de outro planeta cheio de humanos mediucres, o indivíduo ainda não conseguiu responde-la, e demorará para responde-la. Mas eu sou paciente. Mesmo que se chegue ao resultado, nunca saberia, estou muito longe de você. Muito longe, tão longe, e você estão tão mais longe, está mais morto que eu, mais morto que a própria morte que habita meu corpo pálido e rugoso. Estou me tornando cada vez mais velha, feia, porém inteligentemente burra, e você está se tornando cada vez mais decomposto, mais bonito, porém indiotamente burro.
É, e agora você está morto, mas eu ainda tenho esperanças de que você consiga cheguar ao resultado do bélissimo e turbulento pensamento natural para qualquer humano e animal, que também permanece em você, dentro da infinita profundidade do interno de seu belo negro coração.
3 comentários:
Que lindo! Alguém te inspirou?
Um filme, que agora o nome não me vem a cabeça.
menina! para de ser deprê ! SORRIA MAIS
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