11 de out. de 2010

Why

"In the morning I fled. Left a note and it read. Someday you will be loved"

8 de out. de 2010

E deus fez a mulher

Houve harmonia no paraíso. O diabo vendo isso resolveu complicar. Deus deu a mulher cabelos sedosos e esvoaçantes. O diabo deu pontas duplas e ressecadas. Deus deu a mulher seios firmes e bonitos. O diabo os fez crescer e cair. Deus deu a mulher um corpo esbelto e provocante. O diabo inventou a celulite, as estrias e o culote. Deus deu a mulher músculos perfeitos. E o diabo os cobriu com lipoglicerídios. Deus deu a mulher uma voz suave, doce e melodiosa. O diabo a fez falar demais. Deus deu a mulher um temperamento dócil. E o diabo inventou a TPM. Deus deu a mulher um andar elegante. O diabo investiu no sapato de salto alto. Então Deus deu a mulher infinita beleza interior. E o diabo fez o homem perceber só o lado de fora.

6 de out. de 2010

Religião - Estudantil

Pai nosso que estais no céu
Aumentai nossas férias
Diminua nossas aulas
Seja feita a nossa vontade
Assim na na escola como na faculdade
O lanche nosso de cada dia nos dai hoje
Perdoai nossas colas
Assim como nós perdoamos a quem inventou a escola
E não nos deixeis cair em recuperação
Mas livrai-nos da reprovação


Amém

5 de out. de 2010

Boa Madrugada

Minhas costas doem e o meu colchão vai aliviar a dor, das costas que carregam minhas funções e movimentos, da cabeça continuamente pensativa - porém não racionalmente irracionalmente racional - e do coração pensativo e sentimental cheio de saudades, que abita meu corpo.

Hell Paris - 75016

Bárbara Paz, 35 anos, volta aos palcos com a peça "Hell" na qual irá interpretar a personagem principal do Drama. Com temporada de 7 de outubro a 19 de dezembro de 2010, de quinta a domingo as 20h, apeça irá ser apresentada no Teatro Sesi São Paulo - Av. Paulista, 1.313, Bela Vista, São Paulo-SP (Estação Trianon Masp).
Baseada no livro "Hell paris - 75016" de Lolita Pille, traduzido para o português por Julio Bandeira, com a editora intrinseca, a peça foi escrita por Hector Babenco, Marido de Barbára, e é a primeira vez que os dois trabalhão junto. Barbára diz que “(...) está sendo uma honra, porque não o conhecia como profissional, sempre o admirei muito como diretor. O legal é que ele trabalha no teatro como no cinema, vê o palco como um cinema.” Barbárá ganhou o livro de um amigo que disse que havia uma personagem do enrredo que ela deveria fazer. Apesar de, como literatura, não se encantar muito com a obra, a atriz disse que ficou louca pela personagem e que ficou pensando como podia existir uma menina tão arrogante no mundo, e chegou a conclusão de que " isso é retrato de uma geração que consome tudo em excesso – de coisas de grife a drogas, e que não aguenta a felicidade. De que adianta ter tudo e não ser feliz? E aí o Hector leu e pensou que daria uma bela peça de teatro.”