25 de dez. de 2010
6 de dez. de 2010
2 de dez. de 2010
29 de nov. de 2010
Think/g
I think that I think that I want to die, but I think taht I just want to be saved someday by somebody
Difícil de responder
Seria mais fácil puxar o gatilho e começar uma nova vida, na morte. Ou continuar vivendo pra tentar ser feliz algum dia?E só depois morrer.
28 de nov. de 2010
21 de nov. de 2010
19 de nov. de 2010
18 de nov. de 2010
16 de nov. de 2010
4 de nov. de 2010
3 de nov. de 2010
2 de nov. de 2010
1 de nov. de 2010
Preparem-se
A onda vermelha ganhou, agora somos liderados pela mulher do chuck e não temos mais nenhuma saída. Sim meus caros, agora iremos morrer por causa da pátria amada Brasil.
26 de out. de 2010
Trying to Sleep
Never happy, never satisfied. Hopes and dreams are falling apart. I'm waiting for the day that I'll be happy, the day that I'll die in your cold arms.
14 de out. de 2010
Saudades
de quando eu poedia te ver, eu não precisava fazer cerimônia, era normal, ou eu achava que era. Aqui em plutão eu fico sósinha, não há senhum caminho daqui até a terra, não é possivel te visitar. Aqui é tão frio, escuro, silêncioso, normal, longe, tão longe de tudo. Estou em um planeta anão, longe da Terra e não existe nenhum tipo de conecção via satélite daqui até ai, nem via internet, nem via telefone. Eu lembro quando era normal te ligar e conversar, gastar salíva prazeirosamente com você, ao telefone. Era gostoso quando te ligava, você atendia e era possível ouvir as ondas sonoras virtuais de sua voz, só pra variar umpouco, só pra escutar à uma bela melodia, só para relaxar meus ouvidos, dos sons caóticos e estridentes da cidade. Era como uma bela e frágil poesia sussurrada próxima de meus ouvidos. Sentia que se fechasse meus timpanos poderia estilhassar a poesia em um movimento váriado tão rápidamente váriado que seria difícil chegar ao resultado da variação de velocidade dividida pela variação de tempo para chegar em uma velocidade média, e possívelmente uniforme da merda do movimento poéticamente e horrívelmente estilhaçador.
Eu já tentei comunicação via telepátia, mas os meus raios não conseguem atravessar o sistema solar sem baterem em algum planeta ou partícula de poeira espacial e assim mudar sua trajetória perfeita até você. Meus dótes ainda não são tão avançados. Estou tentando fazer com que meus raios trassem uma trajetória curvilínea e de movimento uniforme, de plutão até a sua mente, mas a difículdade é muita, muita. Essa dificuldade é enorme, e eu nem levo em conta o motivo de sua mente não ser normal, ser impenetrávelmente de chumbo. Eu devo aprender a perfurar sua mente no seu ponto de ebulição de 1750 graus celcius, para testar, algum dia, minha possível capacidade de poder te mandar uma mensagem, que um dia chegará ai. Lembro que eu tentava penetrar em sua mente, mas nunca consegui, sei que estava no caminho para conseguir, apesar disso não consigo me recordar de como tentei atravessar seu pensamento, para testar se será possível executar-lo em uma distância tão grande, daqui até ai, de Plutão até a Terra, de mim até você. Eu sou muito idiota, muito insistente. Eu sei que não me lembrarei, eu não consgio recordar-me de como era o seu rosto, do qual observei tantas milhões de vezes, tão profundamente, e que agora parece que nunca o observei realmente. Gostaria de lembrar do seu rosto.
Aah...! Como era fácil te ver, era simples, era instintivo, instintivo. Chegava até a ser um instinto animal, eu era um animal. Ou eu não er um animal. O único ser, que habita a superfície terrestre, que poderia responder a essa questão não é humano, não é animal, eu não sei o que ele é. Só sei que veio de um planeta diferente, não veio do meu planeta, nem do sistema solar, o que fez foi aterrisar bruscamente nas aguás do vasto mar terrestre - no meu planeta também existia aguás vastas, mas eu não gosto de àgua, aqui em plutão não tem àgua, ainda bem -. P que me deixa triste é que nunca saberei o resultado dessa difícil equação. Animal ou não animal, eis a questão. A que não poderá ser respondida, pois, mesmo sendo de outro planeta cheio de humanos mediucres, o indivíduo ainda não conseguiu responde-la, e demorará para responde-la. Mas eu sou paciente. Mesmo que se chegue ao resultado, nunca saberia, estou muito longe de você. Muito longe, tão longe, e você estão tão mais longe, está mais morto que eu, mais morto que a própria morte que habita meu corpo pálido e rugoso. Estou me tornando cada vez mais velha, feia, porém inteligentemente burra, e você está se tornando cada vez mais decomposto, mais bonito, porém indiotamente burro.
É, e agora você está morto, mas eu ainda tenho esperanças de que você consiga cheguar ao resultado do bélissimo e turbulento pensamento natural para qualquer humano e animal, que também permanece em você, dentro da infinita profundidade do interno de seu belo negro coração.
Eu já tentei comunicação via telepátia, mas os meus raios não conseguem atravessar o sistema solar sem baterem em algum planeta ou partícula de poeira espacial e assim mudar sua trajetória perfeita até você. Meus dótes ainda não são tão avançados. Estou tentando fazer com que meus raios trassem uma trajetória curvilínea e de movimento uniforme, de plutão até a sua mente, mas a difículdade é muita, muita. Essa dificuldade é enorme, e eu nem levo em conta o motivo de sua mente não ser normal, ser impenetrávelmente de chumbo. Eu devo aprender a perfurar sua mente no seu ponto de ebulição de 1750 graus celcius, para testar, algum dia, minha possível capacidade de poder te mandar uma mensagem, que um dia chegará ai. Lembro que eu tentava penetrar em sua mente, mas nunca consegui, sei que estava no caminho para conseguir, apesar disso não consigo me recordar de como tentei atravessar seu pensamento, para testar se será possível executar-lo em uma distância tão grande, daqui até ai, de Plutão até a Terra, de mim até você. Eu sou muito idiota, muito insistente. Eu sei que não me lembrarei, eu não consgio recordar-me de como era o seu rosto, do qual observei tantas milhões de vezes, tão profundamente, e que agora parece que nunca o observei realmente. Gostaria de lembrar do seu rosto.
Aah...! Como era fácil te ver, era simples, era instintivo, instintivo. Chegava até a ser um instinto animal, eu era um animal. Ou eu não er um animal. O único ser, que habita a superfície terrestre, que poderia responder a essa questão não é humano, não é animal, eu não sei o que ele é. Só sei que veio de um planeta diferente, não veio do meu planeta, nem do sistema solar, o que fez foi aterrisar bruscamente nas aguás do vasto mar terrestre - no meu planeta também existia aguás vastas, mas eu não gosto de àgua, aqui em plutão não tem àgua, ainda bem -. P que me deixa triste é que nunca saberei o resultado dessa difícil equação. Animal ou não animal, eis a questão. A que não poderá ser respondida, pois, mesmo sendo de outro planeta cheio de humanos mediucres, o indivíduo ainda não conseguiu responde-la, e demorará para responde-la. Mas eu sou paciente. Mesmo que se chegue ao resultado, nunca saberia, estou muito longe de você. Muito longe, tão longe, e você estão tão mais longe, está mais morto que eu, mais morto que a própria morte que habita meu corpo pálido e rugoso. Estou me tornando cada vez mais velha, feia, porém inteligentemente burra, e você está se tornando cada vez mais decomposto, mais bonito, porém indiotamente burro.
É, e agora você está morto, mas eu ainda tenho esperanças de que você consiga cheguar ao resultado do bélissimo e turbulento pensamento natural para qualquer humano e animal, que também permanece em você, dentro da infinita profundidade do interno de seu belo negro coração.
11 de out. de 2010
Arquitetura da destruição
Com a direção de Peter Cohen o filme “Arquitetura da destruição” foi lançado na Suécia em 1992, após o aniversário de doze anos do regime nazista e seu fim a quarenta e sete anos atrás. O filme consiste em analisar a relação entre o modo de pensamento arquitetônico e artístico de Hitler e o modo como o nazismo surgiu, dominou a Alemanha, chegou ao ápice de seu domínio de poder e imposições e em seguida recaiu, declinou, desabou juntamente com os milhares de deficientes, doentes mentais, judeus, negros, homossexuais e não pertencentes da raça perfeita, a raça ariana, que foram exterminados nos mais de vinte mil campos de concentração, extermínio, choros, gás e pijamas listrados de branco e azul. Extermínios em massa, justificados para cada família em luto por médicos especializados no aspecto de dar razões para a morte ‘acidental’ de civis comuns, diversificados, que por azar foram considerados de raça impura, os não arianos.
O filme mostra a obsessão de Hitler pela arte clássica e neoclássica que somente retratava o perfeito, o belo, o simétrico, ou seja, a raça pura que a Alemanha perfeita de Hitler deveria ter, deveriam somente existir habitantes da raça pura, já que os “impuros” faziam com que a sociedade alemã fosse imperfeita. Isso fazia com que Hitler não fosse somente um grande crítico de arte, mas um grandioso crítico da arte de viver ou morrer, ser um indivíduo de uma nação perfeita ou ser um indivíduo dentro de milhões registradamente assassinados ou não. Depois do tratado de paz com a União Soviética, a Alemanha inicia a segunda guerra mundial com a invasão de países do oeste-europeu, para que pudessem ser dominados e anexados a Alemanha, aumentando o seu perímetro e seu poder, tanto econômico e político quanto de seu poder artístico de perfeição arquitetônica, artística e populacional. Hitler, a cada território anexado à Alemanha, tinha sempre em mãos um projeto arquitetônico novo para tornar o local dominado mais encaixado no critério que a raça ariana exigia. Perfeição.
O filme mostra a obsessão de Hitler pela arte clássica e neoclássica que somente retratava o perfeito, o belo, o simétrico, ou seja, a raça pura que a Alemanha perfeita de Hitler deveria ter, deveriam somente existir habitantes da raça pura, já que os “impuros” faziam com que a sociedade alemã fosse imperfeita. Isso fazia com que Hitler não fosse somente um grande crítico de arte, mas um grandioso crítico da arte de viver ou morrer, ser um indivíduo de uma nação perfeita ou ser um indivíduo dentro de milhões registradamente assassinados ou não. Depois do tratado de paz com a União Soviética, a Alemanha inicia a segunda guerra mundial com a invasão de países do oeste-europeu, para que pudessem ser dominados e anexados a Alemanha, aumentando o seu perímetro e seu poder, tanto econômico e político quanto de seu poder artístico de perfeição arquitetônica, artística e populacional. Hitler, a cada território anexado à Alemanha, tinha sempre em mãos um projeto arquitetônico novo para tornar o local dominado mais encaixado no critério que a raça ariana exigia. Perfeição.
8 de out. de 2010
E deus fez a mulher
Houve harmonia no paraíso. O diabo vendo isso resolveu complicar. Deus deu a mulher cabelos sedosos e esvoaçantes. O diabo deu pontas duplas e ressecadas. Deus deu a mulher seios firmes e bonitos. O diabo os fez crescer e cair. Deus deu a mulher um corpo esbelto e provocante. O diabo inventou a celulite, as estrias e o culote. Deus deu a mulher músculos perfeitos. E o diabo os cobriu com lipoglicerídios. Deus deu a mulher uma voz suave, doce e melodiosa. O diabo a fez falar demais. Deus deu a mulher um temperamento dócil. E o diabo inventou a TPM. Deus deu a mulher um andar elegante. O diabo investiu no sapato de salto alto. Então Deus deu a mulher infinita beleza interior. E o diabo fez o homem perceber só o lado de fora.
6 de out. de 2010
Religião - Estudantil
Pai nosso que estais no céu
Aumentai nossas férias
Diminua nossas aulas
Seja feita a nossa vontade
Assim na na escola como na faculdade
O lanche nosso de cada dia nos dai hoje
Perdoai nossas colas
Assim como nós perdoamos a quem inventou a escola
E não nos deixeis cair em recuperação
Mas livrai-nos da reprovação
Amém
Aumentai nossas férias
Diminua nossas aulas
Seja feita a nossa vontade
Assim na na escola como na faculdade
O lanche nosso de cada dia nos dai hoje
Perdoai nossas colas
Assim como nós perdoamos a quem inventou a escola
E não nos deixeis cair em recuperação
Mas livrai-nos da reprovação
Amém
5 de out. de 2010
Boa Madrugada
Minhas costas doem e o meu colchão vai aliviar a dor, das costas que carregam minhas funções e movimentos, da cabeça continuamente pensativa - porém não racionalmente irracionalmente racional - e do coração pensativo e sentimental cheio de saudades, que abita meu corpo.
Hell Paris - 75016
Bárbara Paz, 35 anos, volta aos palcos com a peça "Hell" na qual irá interpretar a personagem principal do Drama. Com temporada de 7 de outubro a 19 de dezembro de 2010, de quinta a domingo as 20h, apeça irá ser apresentada no Teatro Sesi São Paulo - Av. Paulista, 1.313, Bela Vista, São Paulo-SP (Estação Trianon Masp).
Baseada no livro "Hell paris - 75016" de Lolita Pille, traduzido para o português por Julio Bandeira, com a editora intrinseca, a peça foi escrita por Hector Babenco, Marido de Barbára, e é a primeira vez que os dois trabalhão junto. Barbára diz que “(...) está sendo uma honra, porque não o conhecia como profissional, sempre o admirei muito como diretor. O legal é que ele trabalha no teatro como no cinema, vê o palco como um cinema.” Barbárá ganhou o livro de um amigo que disse que havia uma personagem do enrredo que ela deveria fazer. Apesar de, como literatura, não se encantar muito com a obra, a atriz disse que ficou louca pela personagem e que ficou pensando como podia existir uma menina tão arrogante no mundo, e chegou a conclusão de que " isso é retrato de uma geração que consome tudo em excesso – de coisas de grife a drogas, e que não aguenta a felicidade. De que adianta ter tudo e não ser feliz? E aí o Hector leu e pensou que daria uma bela peça de teatro.”
Baseada no livro "Hell paris - 75016" de Lolita Pille, traduzido para o português por Julio Bandeira, com a editora intrinseca, a peça foi escrita por Hector Babenco, Marido de Barbára, e é a primeira vez que os dois trabalhão junto. Barbára diz que “(...) está sendo uma honra, porque não o conhecia como profissional, sempre o admirei muito como diretor. O legal é que ele trabalha no teatro como no cinema, vê o palco como um cinema.” Barbárá ganhou o livro de um amigo que disse que havia uma personagem do enrredo que ela deveria fazer. Apesar de, como literatura, não se encantar muito com a obra, a atriz disse que ficou louca pela personagem e que ficou pensando como podia existir uma menina tão arrogante no mundo, e chegou a conclusão de que " isso é retrato de uma geração que consome tudo em excesso – de coisas de grife a drogas, e que não aguenta a felicidade. De que adianta ter tudo e não ser feliz? E aí o Hector leu e pensou que daria uma bela peça de teatro.”
4 de out. de 2010
Semi-morte?
Imagine, pense, defina, visualise:
Estudos, saudades, angústia, furia, dó, solidão, política, vício, fumo, flores, choro, doença, livros, chiclete, tremor, mudanças, atitudes, pensamentos, educação, feiura, gordura, solidão, animal, raiva, preção, saudades, tristesa, estres, música, bebida, dor, frio, morte.
Semi-morte,
morte?
Estudos, saudades, angústia, furia, dó, solidão, política, vício, fumo, flores, choro, doença, livros, chiclete, tremor, mudanças, atitudes, pensamentos, educação, feiura, gordura, solidão, animal, raiva, preção, saudades, tristesa, estres, música, bebida, dor, frio, morte.
Semi-morte,
morte?
Intruções para chorar
Deixando de lado os motivos, atenhamo-nos à maneira correta de chorar, entendendo por isto um choro que não penetre no escândalo, que não insulte o sorriso com sua semelhança desajeitada e paralela. P choro médio ou comum consiste numa contração geral do rosto e um som espasmódico acompanhado de lágrimas e muco, este no fim, pois o choro acaba no momento em que a gente se assoa energicamente.
* * *
Para chorar, dirija a imaginação a você mesmo, e se lhe for impossível por ter adquirido o hábito de acreditar no mundo exterior, pense num pato coberto de formigas ou nesses golfos do estreito de Magalhães nos quais não entra ninguém, nunca.
Quando o choro chegar, você cobrirá o rosto com delicadeza, usando ambas as mãos com a palma para dentro. As crianças chorarão esfregando a manga do casaco na cara, e, de preferência, num canto do quarto. Duração média do choro, três minutos.
Livro: Manual de Instrunções (primeira parte do livro) - Histórias de cronópios e de famas
Autor: Julio Cortázar
Para chorar, dirija a imaginação a você mesmo, e se lhe for impossível por ter adquirido o hábito de acreditar no mundo exterior, pense num pato coberto de formigas ou nesses golfos do estreito de Magalhães nos quais não entra ninguém, nunca.
Quando o choro chegar, você cobrirá o rosto com delicadeza, usando ambas as mãos com a palma para dentro. As crianças chorarão esfregando a manga do casaco na cara, e, de preferência, num canto do quarto. Duração média do choro, três minutos.
Livro: Manual de Instrunções (primeira parte do livro) - Histórias de cronópios e de famas
Autor: Julio Cortázar
3 de out. de 2010
Charles Chaplin
"Não preciso me drogar para ser um gênio;
Não preciso ser um gênio para ser humano;
Mas preciso do seu sorriso para ser feliz." - Charles Chaplin
Não preciso ser um gênio para ser humano;
Mas preciso do seu sorriso para ser feliz." - Charles Chaplin
2 de out. de 2010
O real do irreal do imaginário dos sonhos.
Estou com medo de ir dormir. Fechar os olhos e fugir da realidade, ir pra um mundo imáginário onde tudo é mentira, fugir do mundo externo para o interno e nunca mais voltar, ser capturada pela sua imagem e pela sua voz, e nunca conseguir mais acordar dessa porcaria de sonho imáginário e irreal, que ilude e enlouquesse minha mente, meus pensamentos, meu coração e a porcaria da vontade de viver no mundo real e não imaginário. E então é nessa hora que eu me pergunto, será que eu devo mesmo acordar?
17 de set. de 2010
Ser Humano
Porque o ser humano é tão complicado?
Tão idiota, medilcre, filho da puta, retardado, imbecil, possesivo, individualista, ignorante, sem graça, suicída, diferente? E apesar de tudo é incompreencívelmente maravilhoso.
Tão idiota, medilcre, filho da puta, retardado, imbecil, possesivo, individualista, ignorante, sem graça, suicída, diferente? E apesar de tudo é incompreencívelmente maravilhoso.
5 de set. de 2010
Secrets
Porque as pessoas escondem seus sentimentos umas das outras? Porque não se pode contar seus sentimentos mais profundos para os outros sem recentimento? Sem medo dos outros rirem, te discriminarem, acharem estranho, não gostarem, falarem mal, zuarem de você pelas suas costas?
Não conte nada à ninguém.
Não conte nada à ninguém.
26 de ago. de 2010
Eleições
Acho, sinceramente, que uma coisa é certa nessas eleições. Dilma vai ganhar, pois neste país a maioria das pessoas gostam de cesta básica, só pra não dizer algo mais preconceituoso. Portanto acho que a Dilma vai fazer a mesma coisa que o Lula fez em seu mandato, só que dessa vez com dez dedos.
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