14 de jan. de 2011

Saberes

Qual medo que estou?
Sabes dizer pra mim?
Onde estás dizer nem pensa
Não consegue responder
Responder eu sei
Ou deveria saber

Aguás

E mais uma vez
As águas do rio escorregam
Sobre os morros de minha face
Turbulentas, fortes
E você não pode ver
Ou você pode?

E as águas escorregam mais ainda
e os morros vão se corroendo
E não se levantam mais
Os lábios não se movimentam
E o sorriso não é mais visto

E as águas te levaram
As águas que me levaram também
E de modo precoce
As águas me levaram também

E a dor veio junto
O sentimento continuo
Do vazio no corpo
Preenchido pelas águas
Que escorregam pelos morros de minha face
E as águas que trazem o gosto a minha boca
Preenchem o vazio do corpo
Inutilmente, só quando elas escorregam para minha boca

25 de dez. de 2010

Meta 6: Escrever belos poemas em 2011, nas horas em que os sentimentos estão a flor da pele

6 de dez. de 2010

Aliens

Não são humanos, essa é a parte mais legal do Alien.

2 de dez. de 2010

Liberdade

É bom poder ser livre nem que seja por um tempo pequeno e delimitado